Quando o sol molha por dentro

“Podemos reapaixonar-nos
de vez em quando
sem nunca nos termos deixado de amar.
É o simples prazer daqueles momentos,
os longos, longos, segundos
quando o sol molha por dentro e a chuva se veste por fora.

Olho-te agora – tens a ponta do nariz manchada com café…
E o meu sorriso abre-se, solto – adocicado já.
Conto-te o dia de hoje já a espera de te contar o de amanha.

Nao te aceito as promessas.
Até porque te amo. Tanto que
me esqueci de te dizer dessa mancha de café.

Nao te aceito as promessas. Dá-me o simples prazer de estar aqui e esperar um destes momentos.
Quando o sol molha por dentro e a chuva se mistura com o beijo.”

Mines Castanheira in “plasticidades”.

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Publicado por

Chico

32, perdas & danos

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